29 setembro 2026 · 9h30–11h30 · NERBE, 1.º piso, Beja · Sessão fechada
Automação sem tarefas repetidas. Interligação aplicacional sem informação perdida. Uma visão a 360° dos processos e do negócio. IA que conhece a sua empresa e acelera cada decisão.
No dia 29, em Beja, cada empresário presente sai com esse número calculado. Não é uma estimativa nossa — é a sua, feita por si, com uma folha e uma caneta, em duas horas.
Num grupo industrial de quatro empresas que auditámos há dois meses, uma única pessoa acumulava mais de 26 horas por semana a orçamentar, medir e dar pontos de situação. Dez pessoas gastavam cinco horas por semana, cada uma, a copiar informação que já existia. A conta deu 194 mil euros por ano. Nenhum deles sabia esse número — e é quase certo que também não saiba o da sua empresa.
Quanto é que a sua empresa perde por ano em trabalho que não devia existir. Calculado por si, na sala, motor a motor. Não é uma estimativa nossa — é a sua.
Aquisição, Entrega e Suporte desenhados, com as fricções marcadas onde elas estão. É a primeira página de um mapa de operações a sério.
Classificadas por impacto e por esforço, com a primeira ação escrita — com uma data e com um nome. Nenhuma delas exige comprar seja o que for.
Comércio de materiais, aplicação, fabrico e instalação — a mesma cadeia de valor, ERP comum, equipas montadas. Ninguém lá diria que estava a funcionar mal.
Grupo anonimizado por acordo. Valores de retorno estimado em regime de cruzeiro, calculados a partir das horas declaradas pelas próprias equipas do cliente, com uma taxa de recuperação de tempo de 50% — deliberadamente conservadora. O modelo de cálculo é aberto e auditável.
O problema não era falta de sistema. Era falta de ligação entre sistemas.
Toda a empresa funciona com três motores. Vamos abrir os três, um de cada vez. Em cada um vai ouvir seis frases que se dizem nas empresas — e levantar a mão nas que reconhece.
«A proposta ficou parada e ninguém deu por isso.»
Do pedido ao fecho. Quantas propostas tem em aberto, quanto tempo leva cada uma, quanto vale a taxa de fecho — e quanto lhe custa por ano o que se perde entre canais.
«Copiamos do Excel para o ERP.»
Da encomenda à fatura. Horas em orçamentação e medições, informação passada à mão entre sistemas, e quantos processos dependem de uma só pessoa.
«Isso é o Zé que sabe.»
Tudo o que vem depois. Perguntas repetidas, documentação que ninguém encontra, e quanto tempo leva alguém novo a ser autónomo. É aqui, e só aqui, que a IA entra na conversa.
Cada empresa recebe à entrada a Folha de Trabalho dos Três Motores. Uma folha, uma caneta.
Porquê esta sala, o que se pretende da manhã, e o que cada empresa vai levar daqui.
O caso real, com os números em cima da mesa. E a regra da manhã: ninguém vos vai vender nada.
As seis frases, os seus números, a conta, e o que se faz. Painel 1 preenchido.
O mesmo exercício, onde normalmente está o maior número. Painel 2 preenchido.
O motor que quase ninguém mede. Painel 3 preenchido.
Somam-se os três motores. Cada um coloca as suas três oportunidades por impacto e esforço, e escreve a primeira ação.
Processos, registo, automação, IA — e porque é que quem inverte esta ordem paga duas vezes. Mais dois minutos sobre o que mudou na lei em 2026.
Sala aberta. Café e conversa até ao meio-dia.
Sem surpresas e sem letra pequena. A folha que leva funciona sozinha — pode ficar por aí, e muita gente fica. Para quem quiser continuar, o percurso é este:
Diagnóstico coletivo. Sai com o número, o mapa e a matriz.
Só para quem esteve na sala. Formulário curto sobre a sua empresa, incluindo um pré-inquérito para uma possível sessão de diagnóstico.
Objetivos, âmbito e interesse. Aqui decide-se, em conjunto, se faz sentido analisarmos como a sua empresa pode otimizar os processos, automatizar ao máximo e implementar IA na base de conhecimento — ou não.
Se houver interesse e qualificação, fazemos uma reunião de diagnóstico de automação e IA, com o objetivo de produzir um relatório final, um mapa de retorno por oportunidade e um mapa de atividades sugeridas.
Dores validadas, oportunidades priorizadas, retorno estimado e roadmap faseado.
CRM multicanal e operações de receitas.Automação de marketing, vendas e operações.Interligação aplicacional entre ERP, RH, lojas e acessos.IA sobre conhecimento interno: RAG e modelos privados.Inteligência de potenciais clientes e acompanhamento comercial.Desde 2009, audita processos antes de propor tecnologia.
Mais de 25 anos em soluções informáticas empresariais.Sócio-gerente da JMSI e parceiro Sage de referência.Sage 50c, Sage for Accountants e Sage 100c.Faturação, contabilidade, pagamentos e integrações.Hardware, assistência técnica, Microsoft 365 e presença web.Apoio próximo às PME, com foco na continuidade e produtividade.
A empresários, administradores e responsáveis de operações de empresas do Baixo Alentejo que queiram identificar perdas de tempo, falhas entre sistemas e oportunidades concretas de automação e IA.
Não. O trabalho é feito a partir dos processos reais da empresa, com perguntas simples, uma folha e uma caneta. Não é necessário conhecer programação, automação ou inteligência artificial.
Depois da inscrição recebe por email A Auditoria de Corredor. Imprima-a, assinale as frases que ouvir na empresa e traga os seis números pedidos na segunda página.
Não. A inscrição e a sessão são gratuitas. Os lugares são limitados e cada participação é confirmada individualmente.
Sim. Uma empresa pode levar mais do que uma pessoa, desde que cada participante faça a sua inscrição para receber a confirmação e os materiais.
Não. A manhã é dedicada ao diagnóstico e às contas de cada participante. No final, quem quiser aprofundar o trabalho pode pedir uma reunião de análise, sem compromisso.
Duas páginas, e é a coisa mais simples que alguma vez lhe vamos pedir: 18 frases que se dizem nas empresas — seis por cada motor — e um espaço para assinalar as que ouvir na sua, entre hoje e o dia 29.
Não tem de perguntar nada a ninguém. Basta andar pela empresa com a folha no bolso e ouvir.
«Só uma pessoa é que sabe fazer aquele orçamento.» «O cliente ligou a perguntar o estado e ninguém sabia.» Se ouvir estas na sua empresa, já sabe onde está o dinheiro.
Nenhum deles precisa de contabilista — a sua equipa sabe-os de cabeça. São eles que fazem a conta no dia 29.
Quem chega com a folha preenchida sai com um número real. Quem chega de mãos a abanar sai com uma impressão.
Entrada gratuita e lugares limitados. Cada lugar é confirmado individualmente. Depois de submeter, recebe no email A Auditoria de Corredor e a confirmação com a morada.